Formação Consultiva
De manhã, a tua equipa aprende. De tarde, nós ouvimos. Não é uma formação e não é um levantamento: é a resposta a vale a pena investir em IA na tua empresa, onde, e por que ordem?
O problema
A tua empresa já usa Inteligência Artificial. Só que não sabe. Alguém usa o ChatGPT para escrever emails, outro pediu-lhe para resumir um documento, um terceiro nunca abriu nenhuma dessas ferramentas.
Não há regra, não há critério, não há segurança, e sobretudo não há retorno visível.
85%
já usava IA todas as semanas, ou todos os dias, numa amostra de 20 profissionais que passaram por uma formação nossa.
3 em 20
usavam-na para automatizar seja o que for. O resto escrevia textos e tinha ideias.
7 em 9
dos diagnósticos que fizemos tinham a mesma dor número um: informação dispersa entre WhatsApp, email, Excel e papel.
“Preciso delegar algumas funções e não tenho como ou a quem, o que às vezes me deixa sem tempo para procurar novas oportunidades.”
Um dono, numa das nossas conversas
O desenho do produto
Não se pode perguntar a alguém onde é que a IA ajudava se essa pessoa não sabe o que a IA faz. É por isso que a manhã existe. E é por isso que a tarde não podia acontecer sem ela.
A equipa aprende, fica entusiasmada, e na segunda-feira volta a fazer tudo exatamente como fazia. Porque ninguém lhes disse para onde apontar.
Quem responde às perguntas não sabe o que a IA faz. Portanto não consegue dizer onde é que ela ajudava. As respostas saem pobres e o relatório também.
Nenhuma das metades funciona sozinha. Por isso vendemos o dia todo.
A agenda
Três horas com a equipa de manhã. Cinquenta minutos por função de tarde. Trinta minutos contigo ao fim do dia. Ninguém perde o dia inteiro.
Dizes à tua equipa, em voz alta, que o objetivo é tirar trabalho chato e não tirar pessoas. Se não puderes dizer essa frase com verdade, este dia não é para ti, e preferimos descobrir isso antes de o marcar.
Dizemos à sala que o relatório que sai deste dia não identifica ninguém pelo nome. Só funções e processos. Não é uma cortesia, é uma cláusula.
As ferramentas e o que muda entre elas. E as limitações ditas antes das promessas: onde é que a IA inventa, onde é que erra com confiança, o que é que nunca se lhe deve pedir.
Uma equipa que sabe onde a ferramenta falha usa-a melhor do que uma equipa que a acha mágica.
O que pode e o que não pode sair da empresa. O que acontece ao que se escreve numa caixa de texto. Como se trabalha com informação de clientes sem criar um problema.
Sais deste bloco com uma página de Regras de Uso de IA da tua empresa, pronta a circular na terça-feira.
Estrutura de instruções, contexto, iteração, e depois faz-se. Não um exercício de demonstração com dados inventados: trabalho verdadeiro, do dia a dia daquela pessoa, feito ali. Se saírem do almoço sem terem feito nada de real, a manhã falhou.
Levamos contas de IA configuradas e testadas. Na formação anterior, 40% dos participantes chegou sem subscrição paga.
Cada pessoa escreve três tarefas suas que odeia e faz todas as semanas, três tarefas que a IA nunca vai conseguir fazer, e o que faria com mais seis horas por semana. Este papel é o input da tarde.
A segunda pergunta é a mais importante do dia: dá a cada pessoa o direito de defender, por escrito, aquilo que só ela sabe fazer.
Cinquenta minutos com cada função administrativa. Não com cada pessoa: com cada função. Comercial, faturação, compras, operações. O que passa por aqui, quantas vezes, quanto tempo demora, que ferramentas se usam, e onde é que dói.
Não é uma avaliação de desempenho. É uma conversa sobre o processo, nunca sobre a pessoa.
Sessão privada de 60 minutos, só tua, sobre o teu dia. A parte da empresa que ninguém documenta, e que costuma ser a mais cara, é o tempo do dono.
Trinta minutos contigo. Dizemos-te as três maiores oportunidades que encontrámos, em voz alta, no próprio dia, e perguntamos-te se concordas com a prioridade.
Não esperas pelo relatório para saber o que interessa mais. Ele é a confirmação, não a revelação.
Entregáveis
Começa dois dias antes de nós entrarmos pela porta e acaba trinta dias depois de sairmos.
D-2
Uma página com os números reais da tua equipa antes de nós entrarmos pela porta: quantos já usam IA e com que frequência, quantos têm subscrição paga, os três usos mais comuns, e as três dores que eles próprios escreveram.
No dia
Manhã completa, com trabalho real feito na sala. Levamos contas de IA configuradas e testadas para que ninguém fique de fora da única parte do dia em que se põe a mão na massa.
No dia
Uma página, escrita para a tua empresa, pronta a circular. Deixa de haver a dúvida de que se pode ou não meter aquilo ali.
No dia
Só tua, sobre o teu dia. É a única função da empresa que nunca é analisada, e costuma ser a mais cara.
D+5 úteis
Entre 8 e 15 oportunidades ordenadas por retorno. Cada uma com as horas por mês que custa hoje, de onde vem esse número, que esforço tem para resolver, e o que falta saber para avançar. Enviamo-lo e marcamos a apresentação do Produzir ao Cubo.
D+30
Para quem esteve na sala, durante 30 dias, com resposta em 48 horas. A formação não morre na segunda-feira.
O relatório tem uma secção chamada três coisas que podes fazer sozinho na próxima semana, sem nos contratares.
Com os passos. Porque se este dia só valesse alguma coisa caso nos contratasses a seguir, não seria um produto, seria uma visita comercial paga.
Honestidade
Vale a pena ser explícito, porque é aqui que a maioria das ofertas mente.
Cinquenta minutos por função não chegam para levantar um processo. Chegam para o identificar. Este dia não te diz como funciona a tua orçamentação. Diz-te que ela te está a comer seis a nove horas por semana e que é o primeiro sítio onde mexer.
Nem especificações. Isso é outro trabalho, é mais fundo, e demora mais do que um dia.
Qualquer orçamento construído a partir de cinquenta minutos de conversa é ficção. Preferimos não te dar um número a dar-te um número que depois não se cumpre.
Diz-te onde vale a pena construir. Quem constrói é a fase seguinte, o Produzir ao Cubo.
Se isto parece pouco, olha outra vez para a pergunta que ele responde. Nenhuma empresa que gastou dinheiro em IA no sítio errado tinha essa resposta.
Compromisso
Não te prometemos resultados. Prometemos-te uma entrega, com data e com origem.
01
Enviamos o relatório e marcamos a apresentação do Produzir ao Cubo. A data fica no contrato, não é uma promessa vaga.
02
Quem faz, quantas vezes por semana, quanto tempo de cada vez. Auditas o relatório linha a linha. Nada de estimativas mágicas.
O que não te prometemos: que as horas apareçam sozinhas. Este dia não constrói nada. Diz onde vale a pena construir. Quem constrói é a fase seguinte, o Produzir ao Cubo.
Qualificação
Se não te encaixas, dizemos. Preferimos dizer-to antes do que às quatro da tarde.
Encaixe
Este dia é a porta de entrada. Não é uma versão mais pequena do Produzir ao Cubo: é a decisão que vem antes dele.
| Critério | Formação Consultiva | Produzir ao Cubo · Fase 1 | Fase 2 |
|---|---|---|---|
| A pergunta | Vale a pena, onde, e por que ordem? | Como funciona isto, e o que construímos? | Construir. |
| A resposta pode ser não? | Sim. | Não. A decisão já está tomada. | Não. |
| A unidade | A função | O processo | O sistema |
| O tempo | Um dia | 30 a 60 dias | Por blocos |
| O que sai | Um ranking | Um desenho | Um sistema |
O valor que pagares é integralmente creditado no Produzir ao Cubo, se avançares até 60 dias depois de receberes o relatório. Sessenta dias porque, passado esse tempo, a tua operação mudou e o retrato perdeu resolução.
Não construímos automações a partir deste relatório. Automatizar um processo que ninguém desenhou é como escalar caos, e escalar caos é mais caro do que não escalar nada.
FAQ
Provavelmente alguns sabem. Na nossa amostra, 85% já usava IA todas as semanas. E só 3 em 20 a usavam para automatizar alguma coisa. A diferença entre escrever um email mais depressa e ter um processo a correr sozinho não é uma questão de nível: é uma questão de saber para onde apontar. E ninguém aponta sem mapa.
Acreditamos, e sabemos porquê. Formação sem mapa morre na segunda-feira. As pessoas saem entusiasmadas e voltam a fazer tudo como faziam, porque ninguém lhes disse qual das cinquenta coisas que fazem é que vale a pena mudar primeiro. É exatamente por isso que existe a tarde.
Não. E não é isso que ele faz. Um dia não mapeia a tua empresa: elege os cinco ou seis processos que vale a pena mapear. É todo o desenho do produto, e é a diferença entre este dia e a Fase 1.
Em parte, sim, e preferimos dizê-lo. Este dia também existe para percebermos se vale a pena trabalharmos juntos. Mas se o relatório disser que não vale a pena, dizemos e não há proposta. E há duas provas disso no próprio produto: a secção com as três coisas que podes fazer sozinho sem nos contratares, e o facto de não te propormos nada no próprio dia. A proposta, se existir, aparece com o relatório em cima da mesa.
É o risco número um do dia e desenhámos contra ele. O relatório não tem nomes, e isso é uma cláusula, não uma cortesia. As entrevistas são sobre processos. E o exercício antes do almoço deixa cada pessoa escrever, antes de qualquer conversa, aquilo que só ela sabe fazer.
Em 7 de 9 diagnósticos que fizemos, a dor número um foi informação dispersa entre WhatsApp, email, Excel e papel. Se for esse o teu caso, é o caso de toda a gente. Não vimos julgar, vimos contar.
O bloco de segurança da manhã não é teoria: sais dele com uma página de regras escritas para a tua empresa. E o relatório não sai da tua empresa e da nossa.
Serve. Está escrito para ser executado internamente ou por outro fornecedor. Sem notação proprietária, sem dependência de nós. Se o quiseres levar a outra pessoa, leva.
Percebemos o tamanho da tua operação, quantas funções administrativas tens, e dizemos-te com franqueza se este dia é o que precisas ou se é outra coisa. Às vezes é outra coisa. Também te dizemos isso.
Fazemos no máximo dois por mês. Não é uma técnica de vendas, é aritmética: cada dia consome cerca de vinte horas de trabalho nosso entre a preparação, o terreno e o relatório.
30 minutos · Por videochamada · Sem custo · Sem obrigação